domingo, 2 de agosto de 2009

Nem para ser cafageste

Ultimamente tenho pensado sobre os últimos homens que conheci. É verdade que não estive muito tempo com eles mas, tenho percebido uma constante: eles não sabem muito o que fazer. Conversando isso com meu analista, me aborreci: ele veio com aquela conversa de que o macho está acuado, não sabe como agir diante da nova fêmea independente e num sei o quê, e num sei o quê. Acho meio balela.

Repare: eu não conheci homens com mais de 60 ou 70 anos. Os que aqui me refiro são meus contemporâneos. Viram a mim, ou mulheres como eu, crescerem junto com eles. Jogaram queimado conosco. Nos chamaram para dançar música lenta nas festinhas prédio. Ficaram com raiva quando, no terceiro ano, só pensávamos em meninos da faculdade. Eles sabem muito bem quem são as tais novas mulheres independentes. Até pq, muitos já foram criados por elas. A tal revolução sexual e o escambau não é de hoje. Então pq eles não sabem o que fazer?

Até o cafageste está em falta. O velho cafageste, aquele que seduzia, comia e abandonava não age mais assim. No máximo ele seduz, dá uns beijos e foge, com medo de ter que lidar com uma mulher independente e raivosa. Já os rapazes bons e respeitadores, meu Deus... Desses eu não tenho mais notícias. Devem estar escondidos, com medo de se apaixonarem por uma mulher independente e que, mesmo os amando, não vão abrir mão do chopp com as amigas.

E os artistas perturbados? Alguém tem visto um por ai? Estes, só tem coragem de se meter com meninas bem novas, que preocupam suas mães e professores por estarem se envolvendo com um homem mais velho e depressivo. Se aparece uma mulher que tem argumentos para questionar a sua depressão onanista, passam ao largo.

Ainda tem aqueles que transferem toda a responsabilidade da manutenção da história para a mulher. Elas que tem que ligar, que perguntar, que sugerir. Eles não querem dar um prego numa barra de sabão para garantir a transa depois da garrafa de vinho (que ela levou prara a casa dele). Eles dão uma canseeeeira...

É verdade que conheci homens diferentes. Existem sim homens possíveis e com autocontrole o bastante para aceitar alguém que não será sua mãe, nem seu receptáculo de esperma, tampouco sua mecenas. Mas conto nos dedos de uma mão. Não me venham com essa de inveja do pênis. Não dá pra ter inveja de quem vive assim.

sábado, 11 de julho de 2009

Voltar

Eu ia escrever Volver, mas achei que ia ficar muito clichê até mesmo para uma fã de Almodóvar.

Bom, este blog está voltando do mundo dos mortos, coisa que não é muito relevante - eu sei - pq pouca gente lê isso mesmo. De qualquer maneira, existem coisas que eu preciso escrever que não cabem na minha coluna do JC, mesmo sendo ela um espaço onde falo sobre quase tudo. Sem contar que aqui eu posso escrever palavrão.

Possivelmente devo escrever aqui sobre filmes que vi, livros e tal. Quem se arriscar e ler de vez em quando, não procure periodicidade ou uma linha editorial definida, pq não rola mesmo.

Pois, pronto. Voltei.

quarta-feira, 22 de abril de 2009

Este blog está em coma

É um coma induzido, mas não temos previsão para retorno a este mundo. Pode voltar com sequelas.

quarta-feira, 18 de março de 2009

Ainda os paints das antigas

quarta-feira, 11 de março de 2009

Caviar de manga

Meu Primo Leo e sua linda esposa Bia, são o cão do segundo livro na cozinha. Neste vídeo eles mostram como fazer esta invenção. A proposta do Caviar de Manga é sensacional: lindo e vegetariano!!!

terça-feira, 10 de março de 2009

Série Paints Feitos há mil anos: Aspracu

segunda-feira, 9 de março de 2009

Série Paints feitos há mil anos: Márcio M, o raparigueiro